30/11 Ultramen + coletivo VooDoo no Ocidente

ULTRAMEN EM ÚNICA APRESENTAÇÃO

Um ano e meio após sua última apresentação, a Ultramen sobe ao palco para um único show. Os ultramanos Tonho Crocco, Júlio Porto, Pedro Porto, Zé Darcy, Marcito, DJ Anderson e Leonardo Boff reunem-se para matar a saudade dos fãs. O repertório composto pelos maiores sucessos da banda como “Bico de Luz”, “Dívida”,“Peleia”, “Tubarãozinho”, entre outras, foi elaborado a partir de músicas dos quase 20 anos de carreira. O Bar Ocidente, que já abrigou memoráveis shows da Ultramen, foi escolhido estrategicamente como palco desse reencontro. Oportunidade única para curtir a fusão do reggae, rap, funk, samba rock e heavy metal que a Ultramen faz com propriedade. O show será no dia 30 de novembro às 22 horas. O Bar Ocidente fica na Rua João Telles esquina com a Osvaldo Aranha no Bairro Bonfim.

A banda iniciou seus trabalhos no início dos anos 90 e têm em sua trajetória 4 cds lançados: Ultramen (1998), Olelê (2000), O Incrível Caso da Música que Encolheu e Outras Histórias (2002) e Capa Preta (2006). Em 2005 participou do acústico MTV Bandas Gaúchas.

O QUÊ: Show com a banda ULTRAMEN
DISCOTECAGEM: VooDoo
QUANDO: Segunda-feira, 30 de novembro de 2009 – 22 horas.
QUANTO: Ingressos antecipados a R$ 20,00 (vinte reais) os 150 primeiros. Restante a R$ 30,00 (trinta reais) na Lancheria do Parque (Av. Osvaldo Aranha, 1086 – Fone: 3311. 8321).
ONDE: Bar Ocidente – João Telles esq. Osvaldo Aranha
INFORMAÇÕES: 51 3312 1347 – www.ocidente.com.brwww.reimagroproducoes.com

SORTEIO DE INGRESSO!

A VooDoo vai sortear entre os seguidores do twitter @festavoodoo 1 ingresso para o show da Ultramen dia 30 de novembro no bar Ocidente.

Para concorrer, basta seguir @festavoodoo e RT (Retwittar) a seguinte mensagem:

“Dia 30.11 Ultramen + coletivo VooDoo no Ocidente”.

Siga @festavoodoo e RT essa mensagem para concorrer!

O ganhador será avisado dia 29.11. Encaminhe nome, telefone e data de nascimento para festavoodoo@gmail.com para entrarmos em contato.

A promoção é válida somente para quem estiver seguindo @festavoodoo.

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17/11 Funkalister + coletivo VooDoo no Sgt. Peppers

Neste dia 17 o Coletivo VooDoo discoteca no show da banda de funk instrumental Funkalister, no Sgt. Peppers, Rua Dona Laura nº 329.

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Histórico

Nos anos 30, na cidade de Chicago, Estados Unidos, o clarinetista e saxofonista norte-americano Mezz Mezzrow compunha um jazz chamado Funky Butt (em nossa tradução livre, algo como “traseiro vibrante”). Era uma das primeiras aparições oficiais da palavra funk, gíria já corrente na época. Décadas depois, todo um novo ramo na música negra mundo afora iria identificar-se sob este guarda-chuva vibrante. Nos originais anos 30, colocar mais funk em alguma coisa era deixá-la mais solta e mais sexy, era deixá-la apimentada e safada. Na música de então, significava dotá-la de um ritmo sincopado e forte, bem como de fraseados que tivessem o poder de sacudir e fazer dançar. Era caprichar no swing. Chamar um transe. Em conversas mais polidas da elite branca de então, era palavra a ser evitada por sua conotação abertamente indelicada.
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Durante os anos 40, 50 e 60, enquanto o jazz proliferava em bebops, hardbops e outros estilos, a proposta de unir ritmo, harmonia, melodia e transe era cada vez mais comum. Em meados dos anos 60, depois que James Brown e Sly & The Family Stone aparecem na cena do R&B norte-americano, então o funk ganha estatuto próprio e explode corpos e pistas de dança. Instala-se o transe generalizado. Surge o mais safado de todos os ritmos já inventados pelo homem. Brown e Sly pavimentam o caminho por onde passariam nomes como George Clinton e seus combos Funkadelic e Parliament, mas também The Commodores, Kool & The Gang, depois Stevie Wonder, Curtis Mayfield, Marvin Gaye, Isaac Hayes, Al Green e tantos outros; eles também lançam as bases para a construção das pontes que levarão a nova música negra até a África originária de Fela Kuti, Manu Dibango e todos os grandes nomes da variação do funk que viria a ser conhecida como afrobeat; ainda hoje aprumam os lemes que fizeram o funk chegar ao Brasil e misturar-se às ricas sonoridades locais na música de Tim Maia, Gerson “King” Combo, Miguel de Deus, Jorge Ben e muitos outros. Inúmeras outras misturas também foram possíveis e até inevitáveis: efeitos do transe, chegamos até o que seria um suposto absurdo como o funk’metal, unindo o peso das guitarras distorcidas com o antigo e vibrante balanço na sonoridade de bandas como os Red Hot Chili Peppers. Pimenta ardida, o funk. Tempero groove.
Hoje em dia, a música do mundo todo já passou por alguma revolução funk, em dado ponto já é mais solta e sexy, apimentada e safada, marcada e dançante.
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A VooDoo é uma celebração às mais diversas manifestações desta história musical negra, quente e safada, procurando sempre os precursores destas inúmeras revoluções: VooDoo é funk old school pelo transe na pista.
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Sua receita é infalível: comece cedo aquecendo os corpos com o melhor da história do jazz, do originário ragtime ao contemporâneo fusion; quando os corpos já estiverem suficientemente amornados da frieza bruta e métrica do cotidiano, acrescente pouco a pouco o calor dos grooves em doses crescentes de batidas fortes, baixos gordos, guitarras choronas, teclados imensos, roucas vozes e coros que chamam a cantar no que há de melhor nos lados B da música funk; quando o suor começar a brotar, então é hora de fazer o bicho pegar com os grandes e universais sucessos desta história absolutamente contagiante, sem parar, até atingir nada menos do que o transe total.
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Quem comparecer ao nosso ritual VooDoo será tomado.
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Quem viver, voltará!

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